segunda-feira, 9 de maio de 2011

GRADE EXPOSTA NO CALÇADÃO DA BEIRA MAR CAUSA ACIDENTE




O Blog do jornalista Eliomar de Lima publicou a seguinte informação esta manhã:
De Tadashi Enomoto, coordenador dos Amigos da Beira Mar, recebemos:
Prezado Jornalista Eliomar de Lima,
Hoje tivemos um lamentável acidente com o coopista Fernando Amora, na grade que se encontra, há vários anos, sem conserto no piso do calçadão da Beira Mar, em frente ao Hotel Beira Mar.
Abraços , muita paz
Tadashi Enomoto
Coordenador dos Amigos da Beira Mar
Fonte: Blog do Eliomar

terça-feira, 26 de abril de 2011

Morador denuncia buraco em rua movimentada de Fortaleza


Moradores colocaram placa para sinalizar buraco na Rua Tibúrcio Cavalcante no bairro Mereieles (Foto: Tadashi Enomoto)
Um buraco na Rua Tibúrcio Cavalcante, próximo a esquina com Rua Silva Jathay, no bairro Meireles, em Fortaleza, vem causando transtornos para os motoristas que passam pelo local, dificultando o tráfego, que é intenso durante todo o dia.
A denúncia foi enviada ao Jangadeiro Online pelo coordenador dos Amigos da Beira Mar, Tadashi Enomoto. Segundo ele, o buraco é bastante antigo e atrapalha a passagem dos carros pelo trecho da rua. Os moradores colocaram uma placa para sinalizar a cratera.
Procurada pela nossa produção, a Secretaria Executiva Regional II (SER II) informa que a equipe de Infraestrutura do órgão já iniciou o trabalho de recuperação do asfalto no trecho, mas que, devido ao período de chuvas, o trabalho foi suspenso e deve ser reiniciado logo que possível.
Fonte- http://www.jangadeiroonline.com.br/fortaleza/buraco-da-loura-morador-denuncia-cratera-em-rua-movimentada-da-capital/

segunda-feira, 25 de abril de 2011


Av. Beira-Mar terá Zona Azul


Publicado em 25 de abril de 2011 

AMC anuncia que implantação está em fase de estudo e também contemplará Parangaba e Messejana

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Avenida Beira-Mar deverá ser uma das próximas áreas de Fortaleza contempladas com a Zona Azul, além dela, a Parangaba e Messejana também terão o sistema 
FOTO: THIAGO GASPAR
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Desorganização reina em ruas como a Coronel Alves Teixeira, estreita e liberada para dois sentidos, motoristas ainda estacionam nos dois lados da vida
FOTO: THIAGO GASPAR


Com um veículo particular para cada cinco pessoas, Fortaleza enfrenta um verdadeiro caos em suas ruas e avenidas. Afinal, de acordo com os números do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), em março deste ano, os proprietários dos 456, 7 mil automóveis e caminhonetas têm o direito não só de circular pela cidade, mas também de estacionar seus veículos. E aí, surge o dilema: o que fazer para equacionar o fluxo de pessoas, carros, ônibus, motos, bicicletas e táxis sem dar um verdadeiro nó cego na mobilidade urbana?


Pior é a falta de espaços definidos, criando novos problemas. Motoristas acabam desrespeitando as leis de trânsito. Estacionam onde encontram um "buraco" como canteiros centrais e calçadas, além de ficar em fila dupla ou até em tripla.


A precariedade dos estacionamentos ajuda a confirmar a fama de cidade mal planejada e obriga a Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC) a buscar alternativas que, na realidade, afirmam especialistas e condutores, não resolvem o problema, como a implantação do Sistema de Estacionamento Rotativo Zona Azul. Mesmo assim, é considerada uma opção viável que minimiza a falta de vagas.


Por esta razão, informa o presidente da Autarquia, Fernando Bezerra, a Zona Azul será ampliada para a Avenida Beira-Mar e centros comerciais da Parangaba e Messejana. O objetivo, explica ele, é aumentar a rotatividade de veículos e facilitar a dinâmica da cidade.


Vagas


Atualmente, são 2.432 vagas, em cinco áreas: Aldeota, Centro, Guararapes, Joaquim Távora e Monsenhor Tabosa. Do total de vagas, 1.741 são de até duas horas. Nas 691 vagas restantes, os motoristas podem deixar o carro por até cinco horas. A ideia é ampliar para três mil vagas. Além disso, os veículos devem estacionar no ângulo de 90º, sentido exigido na própria Beira Mar e na Avenida Monsenhor Tabosa. O exemplo seguido é de São Paulo.


Bezerra frisa, entretanto, que é a Prefeitura não é responsável por ampliar os estacionamentos na cidade e critica os empreendimentos que ainda não elaboraram o Relatório de Impacto Sobre o Tráfego (Rist), projetando o aumento do volume do trânsito no local e nas ruas adjacentes e definindo medidas que minimizem possíveis transtornos.


A legislação estabelece um número mínimo de vagas de acordo com o tamanho e com a natureza do empreendimento. "O problema é que poucos fazem esse planejamento e responsabilizam a gestão para resolver o problema da falta de vagas para estacionar", aponta.


De acordo com o engenheiro de trânsito e professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Paulo Holanda, a Zona Azul ainda é a melhor solução para resolver a falta de vagas. Ele explica que o sistema é um gerenciamento da oferta, ou seja, transforma o espaço em vagas dinâmicas. Na sua avaliação, é a única maneira de ofertar uma quantidade maior em locais onde há limitação de estacionamento. "Ao invés de uma pessoa estacionar o carro às 8 horas e só sair de lá às 18 horas, cinco pessoas diferentes podem utilizar o mesmo espaço".


Para a coordenadora do Laboratório de Pesquisa em Psicologia Ambiental (Locus), Zulmira Áurea, é preciso pensar as pessoas e não somente o trânsito. Segundo ela, nosso modelo de urbanização prioriza carros, ruas, asfalto em detrimento de outras formas de estar na cidade: o caminhar, a convivência, a natureza e a vivência do espaço público.


Condições estas, aponta, essenciais para o aparecimento das cidades em sua origem, e consequentemente para a construção da cidadania. A sustentabilidade ambiental e social nas cidades hoje depende da ênfase dada a uma circulação que gaste menos energia e tempo, transportes mais coletivos que tenham menos impacto.




SAÍDASEspecialistas apontam alternativas para questão
Para especialistas, desatar o nó do trânsito da cidade deve começar por opções práticas na hora de estacionar o veículos. O engenheiro de trânsito Ricardo Pereira afirma que uma opção seria investir em mais edifícios-garagens com vagas rotativas, associando o serviço com linhas de transporte coletivo com eixo exclusivo.


"Esses empreendimentos deveriam ser construídos fora do Centro, da Aldeota e de centros comerciais como os da Parangaba e Messejana". No entanto, reconhece, a cultura do cearense impede que esse tipo de opção comece a fazer parte do cotidiano da Capital. "As pessoas querem estacionar na frente do local onde vão e daí o caos se instala em todo canto".


A economista Geanne Medeiros, diz que para isso dar certo, é preciso investir no sistema de transporte mais eficiente. "O que acontece em Fortaleza é termos mais carros nas ruas e a infraestrutura da Cidade não acompanha esse crescimento. As ruas permanecem do mesmo tamanho há anos", argumenta.


ExemploJá o professor da área de informática, Pedro Arruda, dá o exemplo de cidades norte-americanas que buscaram na tecnologia a solução do problema. "Lá, um sistema chamado Streetview está em execução". O sistema, explica, usa milhares de sensores digitais para monitorar as ruas. Está sendo instalado em São Francisco, e funciona assim: quando a rua estiver lotada, basta sacar o celular para saber qual a vaga mais próxima.


Além de facilitar a vida dos motoristas, a novidade também promete melhorar o trânsito. Um estudo feito nos EUA revelou que, em cidades como Nova York e São Francisco, até 45% dos carros presos em congestionamentos estão, na verdade, à procura de vagas. O novo sistema não elimina totalmente a briga para parar o carro, pois não permite reservar uma vaga na rua. Lugar garantido mesmo, só nos estacionamentos pagos dos edifícios-garagens.




CONFUSÃO
O problema acontece por todos os lados
O problema da falta de estacionamento não é exclusividade das faculdades nem dos centros comerciais. Motoristas enfrentam o mesmo dilema nas ruas secundárias da Aldeota, Dionísio Torres e Centro. Um exemplo é a Rua Coronel Alves Teixeira. Estreita, a via é liberada para o tráfego nos dois sentidos. A questão é que os veículos estacionam nos dois lados, provocando uma tremenda disputa pelo espaço reduzido.


"Aqui é demais. Se você vier num sentido e outro carro vier do outro, alguém tem que dar ré porque senão ninguém anda", diz o professor de educação física, Alexandre de Araújo Filho. Na visão da arquiteta e urbanista Juliana Novaes essa questão afeta a vida na cidade como o todo.


Ela afirma que as cidades crescem em um território limitado. A cada prédio construído, um bairro ganha mais moradores, carros e demanda por serviços e equipamentos públicos. Embora, aponta a especialista, urbanistas concordem que o adensamento seja positivo, a falta de planejamento da cidade põe tudo a perder: a chegada desordenada de empreendimentos afeta a paisagem urbana, o tráfego e as áreas verdes.


Lei federal
O urbanista Paulo Roberto Nascimento concorda com Juliana e lembra da lei federal, no Estatuto da Cidade que criou o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). "O estudo avalia os impactos da construção e, se necessário, aponta sugestões para contorná-los".


Em municípios como Ribeirão Preto e Santo André, em São Paulo, onde o EIV está regulamentado, a população tem mais condições de participar do processo. "Se o cidadão entende que um novo prédio pode trazer transtornos, deve exigir da Prefeitura que se faça o estudo, mas é preciso cidadania e aplicação da lei", diz.




ENQUETEDifícil resolução
Rogério Maciel, 40 ANOS
Taxista


Está muito difícil resolver esse problema de estacionamento em Fortaleza. A Zona Azul só vai encher o bolso da Prefeitura


Williame Oliveira, 45 ANOS
Coopista


O trânsito está cada dia pior na cidade. Se o transporte público não funciona, a gente tem que usar o carro e aí é peia
Guvemar Sales, 52 ANOS

Presidente de cooperativa


A ideia da AMC de ampliar a Zona Azul é boa, mas acho que só isso não resolve o problema. Deixar o carro em casa é opção
LÊDA GONÇALVES

REPÓRTER
Fonte-  http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=970296

sexta-feira, 4 de março de 2011


Fonte- http://blog.opovo.com.br/tempodecorrer/amigos-da-beira-mar-contra-a-dengue/
Por: Hamilton Nogueira |  
Tadashi Enomoto, coordenador do movimento Amigos da Beira Mar,  informa que a  BSPAR Incorporações, do empresário Beto Studart, está firmando parceria com o grupo em função da campanha contra a dengue “Se voce agir, podemos evitar”. A intenção é formar conscientização.
Mosquito da dengue, só se for esse acima

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011


Prefeitura vai construir aterro na Beira-Mar

Publicado em 22 de fevereiro de 2011  

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Segundo dados da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), a maré atingiu 3,2 metros de altura na manhã de ontem












Em mais um dia de maré alta, a Avenida Beira-Mar amanheceu ontem alagada pelas águas do mar
A Prefeitura de Fortaleza deve iniciar, até o fim do ano, a execução do projeto de engorda da Beira-Mar. Segundo informou a assessoria de comunicação da Secretaria Executiva Regional (SER) II, será construído um aterro de 1.130 metros de extensão por 80 metros de largura entre as avenidas Rui Barbosa e Desembargador Moreira. O projeto também prevê a construção de um espigão de 230 metros de comprimento.


De acordo com a assessoria, a obra está orçada em R$ 38 milhões - quantia proveniente de emenda parlamentar da bancada do Nordeste, por meio do Ministério do Turismo. A previsão é de que o serviço seja iniciado até o final do segundo semestre deste ano.


"Tem que ser feito logo um novo aterro", opina o coordenador do grupo ´ Amigos da Beira- Mar´, Tadashi Enomoto. O morador foi um dos espectadores do alagamento registrado, na manhã de ontem, em parte da Avenida Beira-Mar.


Segundo Tadashi, o alagamento, ocasionado pela ressaca do mar, dificultou a passagem de veículos e pedestres. Ele diz não ter presenciado uma ocorrência com tal intensidade há pelo menos dois anos.


Conforme Enomoto, pessoas que moram próximo ao trecho onde houve o alagamento tiveram dificuldade para sair de casa no início da manhã. O inconveniente também atingiu, relata, aqueles que utilizam o espaço para a prática de cooper ou caminhada.


Maré alta
Segundo dados Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), a maré atingiu 3,2 metros de altura no início da noite de domingo e três metros no início da manhã de ontem. Para hoje, é esperada maré de até 2,8 metros. Até o fim do mês, conforme a previsão da Diretoria, as águas não deverão ultrapassar novamente os três metros - o que só deve ocorrer de novo em 18 de março.


De acordo com o professor do Instituto de Ciências do Mar (Labomar) Luís Parente, a ressaca do mar, neste período, deve-se, principalmente, a dois fatores. Primeiro, explica, à própria altura da maré, que contribui para o avanço observado. Além desse fator, o professor aponta a ocorrência do ´swell´ - fenômeno caracterizado por ondulações resultantes de ventanias no Oceano Atlântico Norte.


Somados, ressalta, esses dois podem resultar no comportamento do mar observado nos dias de ressaca. Embora a altura da maré - resultante das interações das forças gravitacionais da Terra, da Lua e do Sol - seja um dado possível de ser previsto com meses de antecedência, Luís Parente destaca que a ocorrências de swell só podem ser previstas poucos dias antes do início do fenômeno.


Por volta do dia 20 de março, quando terá início a fase cheia da Lua, é esperada, segundo informações da DHN, maré com mais de três metros de altura.


"Se em torno do dia 20 de março houver swell, então isso vai resultar na ressaca do mar", exemplifica o professor do Instituto de Ciências do Mar.


A respeito do alagamento ocorrido na manhã de ontem na Avenida Beira-Mar, a assessoria de comunicação da Secretaria Executiva Regional II (SER II) informou que a rede de drenagem da via está "bem desobstruída, permitindo que, caso haja uma nova ressaca, a água escoe ao longo do dia".


JOÃO MOURA
REPÓRTER
Fonte- http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=938013

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

ACADEMIA NA PRAIA INICIA ATIVIDADES DE GINÁSTICA NA BEIRA MAR NESTA TERÇA-FEIRA

Para os fortalezenses e turistas que ainda estão de férias em Fortaleza e desejam praticar atividades físicas, será realizado, a partir desta terça-feira (8) e prosseguindo até o próximo dia 17 de fevereiro, na av. Beira Mar, o projeto Academia na Praia.
Com a realização de atividades de ginástica e recreação com a população, o projeto acontece nas quadras esportivas, próximo ao anfiteatro Flávio Pontes. A iniciativa faz parte da programação do Fortaleza em Férias, que neste ano levou jogos de tabuleiro aos terminais de ônibus.
Durante a programação do Academia na Praia, o projeto contará com a presença dos participantes dos núcleos do programa Academia na Comunidade (AnC), que leva atividades de ginástica e lazer a 22 comunidades de Fortaleza, atendendo as seis regionais executivas. Nesta terça, estarão presentes ao evento os núcleos do AnC da Grande Paupina e do Jardim América.
Serviço:
Dia: 08 a 17 de fevereiro
Hora: de 7h30 às 9h
Local: Nas quadras esportivas próximo ao Anfiteatro Flávio Pontes
Endereço: Av. Beira Mar, s/n



Fonte- http://comunidade.jangadeiroonline.com.br/tag/av-beira-mar/