Lara e Yuri,viajando com Vovô, para visitar "KAUÃ em Águas Claras... Brasília
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Disputado por Timão e Tricolor, Dudu escolhe: "Quero jogar no Corinthians"
Atacante opta pelo Corinthians e espera acordo entre clube e Dínamo de Kiev, da Ucrânia, para se apresentar ao técnico Tite e viajar com o grupo para os EUA
Por Carlos Augusto FerrariSão Paulo
(Foto: Diego Guichard)
- Eu já tinha dado minha palavra ao Edu (Gaspar, gerente de futebol). Se ele acertasse com o Dínamo, eu iria jogar lá. Quero jogar no Corinthians. Essa é a minha vontade. Estou conversando com o Gil (zagueiro) há bastante tempo e ele sempre me disse da grandeza que o clube tem - afirmou Dudu, por telefone, ao GloboEsporte.com.
Corinthians se cala sobre Dudu, mas está otimista na disputa com rival
Gerente de futebol Edu Gaspar foge de perguntas sobre a negociação com o jogador. Internamente, clube acredita que está em vantagem sobre o São Paulo
Por Carlos A. Ferrari e Diego RibeiroSão Paulo
(Foto: Marcos Ribolli)
- Esse é um caso que peço até desculpas, não posso comentar exatamente nada. Gostaria muito de dizer como está a negociação, mas teremos novidade em breve – limitou-se a dizer o gerente de futebol Edu Gaspar, após a apresentação do volante Cristian, nesta segunda-feira.
Dudu chegou a viajar a São Paulo antes da virada do ano, mas a transação esfriou e fez o São Paulo voltar à disputa. A batalha ganhou ainda mais força com o possível encontro dos clubes na fase de grupos da Libertadores. Para que isso aconteça, o Timão precisa passar pelo Once Caldas, da Colômbia, na primeira fase.
O Corinthians oferece mais dinheiro, mas num parcelamento maior. Já o São Paulo se dispõe a pagar de forma mais rápida. O Timão ofereceu € 4 milhões (R$ 13 milhões), que seriam pagos em oito parcelas, com a primeira sendo quitada em maio de 2015. Já o clube do Morumbi ofereceu € 3,5 milhões (R$ 11 milhões), divididos em cinco prestações, sendo a primeira no ato.
Esse é um caso que peço até desculpas, não posso comentar exatamente
nada. Gostaria muito de dizer como está a negociação, mas teremos
novidade em breve
Edu Gaspar, gerente de futebol
- Qualquer palavra que eu venha dizer pode acabar prejudicando o clube. Precisamos de paciência. É uma situação bem importante para nós - ressaltou Gaspar.
Ex-patrocinadora do Flu confirma procura de Timão e Tricolor por Conca
Presidente da Unimed, Celso Barros diz que Corinthians fará proposta pelo jogador e afirma que São Paulo ofereceu exposição da marca da empresa em troca do meia
Por GloboEsporte.comSão Paulo
- O Fluminense recebeu uma proposta do Flamengo e rejeitou. Não repassou à Unimed, que tem parte dos direitos econômicos. Simplesmente deixou um recado pelo vice-presidente Mário Bittencourt. E possivelmente vai receber uma proposta do Corinthians, pelo o que estou sabendo. Aí cabe a eles decidir se a proposta será interessante ou não. O Fluminense é o dono dos direitos federativos e decide. O São Paulo procurou e queria o Conca, por troca de direito de propriedade (exposição da marca da empresa). Isso não interessou. Mas nada se encerra na vida, a não ser a morte. Isso foi uma proposta anterior. Agora não sei se eles têm outra proposta. Sou muito amigo do Muricy - disse Celso Barros, em entrevista à Rádio Bandeirantes.
O presidente da antiga patrocinadora do Flu não descartou aceitar uma eventual negociação por empréstimo de Conca ao Corinthians, desde que o clube carioca concorde com a transferência. Ainda assim, ele deixou claro que não aceitará uma possível troca por outros jogadores.
Além de Conca, a Unimed tem participação nos direitos econômicos de Fred, Henrique, Walter, Jean, Wagner e Cícero. Todos eles recebem direitos de imagem da empresa. São valores que representam de 50% a 80% de seus vencimentos. A parceria de 15 anos entre a antiga patrocinadora e o clube foi rompida em dezembro do ano passado.
sábado, 3 de janeiro de 2015
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
lava-jato
Petrobras suspende 23 contratos com empresas
31.12.2014
Estatal decidiu criar comissões para análise de aplicação de sanção administrativa e do bloqueio cautelar
Petroleira informou que escritórios de advocacia contratados
conduzem uma investigação independente sobre o suposto esquema
Foto: Reuters
A petroleira também informou, em outro comunicado, que os escritórios de advocacia contratados para conduzirem uma investigação independente sobre o suposto esquema de obras superfaturadas identificaram possível existência de relação entre os fatos que estão sendo apurados com a Petros, fundo de pensão da estatal.
"Sendo assim, as investigações pelos escritórios independentes foram estendidas à Petros, conforme aprovado pelo Conselho Deliberativo da Fundação", disse a empresa.
No caso das fornecedoras, a diretoria da Petrobras decidiu criar comissões para análise de aplicação de sanção administrativa e do bloqueio cautelar.
As fornecedoras são Alusa, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Carioca Engenharia, Construcap, Egesa, Engevix, Fidens, Galvão Engenharia, GDK, Iesa, Jaraguá Equipamentos, Mendes Junior, MPE, OAS, Odebrecht, Promon, Queiroz Galvão, Setal, Skanska, Techint,Tomé Engenharia e UTC.
"A adoção de medidas cautelares, em caráter preventivo, pela Petrobras tem por finalidade resguardar a companhia e suas parceiras de danos de difícil reparação financeira e de prejuízos à sua imagem", disse a estatal, acrescentando que "notificará as empresas do bloqueio cautelar e respeitará o direito ao contraditório e à ampla defesa".
As 23 fornecedoras foram citadas como participantes de cartel nos depoimentos do ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, bem como nos depoimentos prestados no âmbito do acordo de delação premiada dos executivos Julio Gerin de Almeida Camargo, do Grupo Toyo, e Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, do Grupo Setal.
Habeas corpus
O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Francisco Falcão, negou ontem o pedido de liminar em habeas corpus apresentado na semana passada pela defesa do empresário Fernando Antônio Falcão Soares, o Fernando Baiano, que solicitava a sua soltura. O STJ informa que o ministro entendeu que a gravidade da conduta investigada justifica a manutenção da prisão preventiva.
O presidente do STJ havia solicitado mais documentos à defesa de Soares para melhor instruir os autos do habeas corpus para então apresentar adecisão.
O pedido de liberdade do empresário Fernando Soares foi apresentado na última sexta-feira (26) juntamente com dois executivos da construtora OAS (José Aldemário Pinheiro Filho, presidente; e Mateus Coutinho de Sá Oliveira, diretor financeiro) que também tiveram suas liminares negadas.
Os habeas corpus apresentados ainda terão seus méritos julgados pelo STJ. As datas, entretanto, ainda serão definidas.
Os empresários da OAS são acusados de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e formação de quadrilha. Baiano foi indiciado por participação em organização criminosa, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.
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