CAMPANHA DOS CORREIOS
1.200 cartas de Natal ainda aguardam adoção
Até ontem, os Correios só tinham recebido 1.100 presentes de um total de seis mil pedidos. Prazo foi prorrogado até dia 13
Será que o aluno Bruno Ariel de Sousa, 12, será mesmo lembrado pelo Papai Noel? Ele foi uma das seis mil crianças que depositou seus sonhos e deixou sua carta nas agências dos Correios a fim de que alguém possa lhe dar um bocado de felicidade neste fim de ano. Um dia antes do encerramento do prazo oficial de entrega das lembranças, apenas 23% das pessoas enviaram os presentes. Temendo que a criançada fique sem um agrado natalino, a direção prorrogou o recebimento até terça-feira, dia 13.
Para quem ficou interessado em adotar uma cartinha e fazer uma ação de solidariedade, ainda dá tempo. Um total de 1.200 pedidos ainda aguardam apadrinhamento. São apelos de alunos da rede pública de Fortaleza e do Instituto dos Cegos que desejam brinquedos, roupas, material escolar, entre outros tantos, escritos, muitas vezes, em letras mal desenhadas.
O estudante Bruno, portador de deficiência visual, é um dos que deve estar muito ansioso, aguardando o material escolar que pediu ao seu querido padrinho Noel. Entretanto, a festa de alguns dos meninos que já receberam as lembranças pode começar ainda neste fim de semana. É que os Correios iniciarão, nos próximos dias, a entrega dos 1.100 presentes nas escolas onde as crianças estudam, em mutirões que irão mobilizar a estrutura logística e os recursos humanos da empresa.
A bancária Ana Lúcia Cavalcante, 53, já comprou as três lembrancinhas das cartas que adotou em 2011. Prometeu ter cuidado para cumprir o prazo certo e para que o natal do "adotado" não passe totalmente em branco. Ela diz fazer essa ação há anos, estimula, inclusive, a família toda a participar.
Emoção
"Essa é uma época de fazer o bem, de fazer esses estudantes carentes mais felizes. São crianças que passam necessidade. É uma maneira da gente agradecer pelo que recebeu da vida", comenta. Entre as histórias de vida narradas nos textos, Ana Lúcia não escondeu a emoção de um menino que, ao invés de pedir algo para ele, lembrou da mãe. "O garoto queria um sapato para a sua genitora e atendi".
Os pontos de apadrinhamento são as agências dos Correios da Aldeota, Barão de Studart, Oswaldo Cruz, Papicu, Central e Iguatemi.
Será que o aluno Bruno Ariel de Sousa, 12, será mesmo lembrado pelo Papai Noel? Ele foi uma das seis mil crianças que depositou seus sonhos e deixou sua carta nas agências dos Correios a fim de que alguém possa lhe dar um bocado de felicidade neste fim de ano. Um dia antes do encerramento do prazo oficial de entrega das lembranças, apenas 23% das pessoas enviaram os presentes. Temendo que a criançada fique sem um agrado natalino, a direção prorrogou o recebimento até terça-feira, dia 13.
Para quem ficou interessado em adotar uma cartinha e fazer uma ação de solidariedade, ainda dá tempo. Um total de 1.200 pedidos ainda aguardam apadrinhamento. São apelos de alunos da rede pública de Fortaleza e do Instituto dos Cegos que desejam brinquedos, roupas, material escolar, entre outros tantos, escritos, muitas vezes, em letras mal desenhadas.
O estudante Bruno, portador de deficiência visual, é um dos que deve estar muito ansioso, aguardando o material escolar que pediu ao seu querido padrinho Noel. Entretanto, a festa de alguns dos meninos que já receberam as lembranças pode começar ainda neste fim de semana. É que os Correios iniciarão, nos próximos dias, a entrega dos 1.100 presentes nas escolas onde as crianças estudam, em mutirões que irão mobilizar a estrutura logística e os recursos humanos da empresa.
A bancária Ana Lúcia Cavalcante, 53, já comprou as três lembrancinhas das cartas que adotou em 2011. Prometeu ter cuidado para cumprir o prazo certo e para que o natal do "adotado" não passe totalmente em branco. Ela diz fazer essa ação há anos, estimula, inclusive, a família toda a participar.
Emoção
"Essa é uma época de fazer o bem, de fazer esses estudantes carentes mais felizes. São crianças que passam necessidade. É uma maneira da gente agradecer pelo que recebeu da vida", comenta. Entre as histórias de vida narradas nos textos, Ana Lúcia não escondeu a emoção de um menino que, ao invés de pedir algo para ele, lembrou da mãe. "O garoto queria um sapato para a sua genitora e atendi".
Os pontos de apadrinhamento são as agências dos Correios da Aldeota, Barão de Studart, Oswaldo Cruz, Papicu, Central e Iguatemi.
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