Preso na Lava Jato, secretário-geral da Câmara do DF é exonerado
Prisão de Valério Neves é temporária; ação foi batizada de 'Vitória de Pirro'.
Operação mira o ex-senador Gim Argello e duas pessoas ligadas a ele.
"A Mesa Diretora da Casa esclarece que as investigações não têm qualquer relação com as atividades do servidor no âmbito do Poder Legislativo local e nem com qualquer deputado distrital. A exoneração do servidor visa a dar a oportunidade ao contraditório e à ampla defesa do mesmo", diz o texto.
A operação acontece desde a madrugada desta terça-feira (12) nas regiões administrativas de Taguatinga e Lago Sul, além das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Ao todo, são 22 mandados judiciais. Dois são de prisão temporária, um é de prisão preventiva, 14 são de busca e apreensão e cinco são de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a ir para a delegacia.
Neves já foi alvo de investigação anteriormente. Ele foi condenado por improbidade administrativa por ter contratado sem licitação um jornal e realizado duas campanhas publicitárias quando era chefe de gabinete de Articulação Institucional do governo do DF, em 2006. Juntos os acordos somavam mais de R$ 1 milhão. A condenação ocorreu em 2015. O contador negou irregularidades.
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