A companhia disse considerar "totalmente improcedentes as autuações recebidas" e acredita que elas serão rejeitadas após encaminhar recursos contra a punição. O grupo acrescentou ainda que utilizará todos os meios legais e disponíveis em defesa de seus direitos.
Segundo a MMX, as autuações não devem gerar provisão contábil para pagamento e nem devem acarretar em outras "consequências financeiras imediatas"
Por volta das 11h, as ações da MMX exibiam forte queda nos primeiros negócios, recuando mais de 3%, enquanto o Ibovespa mostrava valorização de 0,4%.
O custo das autuações equivale a 87% do valor total de mercado da empresa, de R$ 4,3 bilhões, segundo dados da Reuters.
De acordo com a companhia, as autuações referem-se a transações financeiras que teriam gerados ganhos de capital, não reconhecidos pela MMX, como a alienação de ações de emissão da Centennial Asset Participações Amapá S/A e da Centennial Asset Participações Minas-Rio S/A, realizadas, em Bolsa de Valores, pelo fundo estrangeiro Centennial Asset Mining Fundo.
A MMX é a subsidiária de mineração do grupo EBX, de Eike. A empresa, fundada em 2005, desenvolve atividades em minas no Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. No terceiro trimestre do ano passado, último resultado disponível, a empresa registrou um prejuízo de R$ 100 milhões.
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